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domingo, 24 de julho de 2016

Como Criar um Aplicativo Android, pelo próprio celular android?

Olá galerinha, tudo jóia? Estou aqui hoje com mais um super tutorial no qual volto a falar sobre o desenvolvimento de aplicativos android, pelo próprio aparelho android, Esse tutorial é para quem sonha em um dia criar um app igual ao ChatsApp, WhatsApp ou Viber. Hoje vou ensina-los a criar um simples aplicativo com uma mensagem de Hello World. Lembrando que todo esse tutorial será realizado em seu aparelho(Celular) android.

Para fazer-mos todo o procedimento, teremos que baixar o Aplicativo Aide Android no Google Play(PlayStory).

Link para baixar o aplicativo Aide Android.

Instale-o!



Após ter baixado, abra o aplicativo e Click em For Experts



E logo após, click em No, thanks.



Irá aparecer uma tela com duas opções de desenvolvimento, Gradle e Eclipse, click na de sua preferencia, mas prefiro o Gradle(Primeira opçao)!



Escolha um nome para o App , um Package nome de sua preferencia e click em Creat.



Após tudo isso, será gerado todo o código do seu app. Na primeira janela , temos o Main.xml que é o gráfico do Aplicativo, imagens, textos, links, etc.



Na segunda janela, temos o MainActivity.java , que é a Atividade de nosso aplicativo, no qual é toda a parte q da ação as funcionalidades do Main.xml.



Para visualizar-mos o visual do Main.xml do nosso app , vamos clicar nesse quadradinho aqui encima.



Nosso Aplicativo está pronto! Agora só falta Compilar para utiliza-lo no nosso Aparelho(celular). Para compilar o app , click nesse triangulo ao lado do quadrado.



Apó compilar, Instale o Aplicativo, e divirta-se aprendendo mais.


No próximo post , iremos falar sobre, como mudar o nome , icone e cor de fundo de um app android.

Galerinha, por hoje é só, espero q gostem do post , e q continuem aprendendo aqui conosco. Qualquer duvida deixe nos comentarios.
Bjos tchau tchau.
posted from Bloggeroid

Como deixar a net da oi mais rapida.

Olá galerinha estou aqui com mais um super , ultra , mega tutorial , de como burla a internet da oi.Vamo la ao que interessa.
1- va em:configuraçoes/conexao sem fio e redes/redes moveis e ponto de acesso
2- agora crie um novo apn
3- configure assim:
nome: oi mms
apn: mmgprs.oi.com.br
proxy: 192.168.10.50
portal: 3128
mcc: 724
mnc: 31
tipo de autentificaçao: pap
tipo de apn: intrnet+mms
o resto deixa como esta

Baixe o proxydroid aqui.

4- abra o proxy droid e configure assim:

host: 200.222.108.241

port: 3128

proxy type: http

marque:auto connect e bound network:2g/3g

marque: bypass mode e dns proxy

agora marque a primeira opçao que e : proxy switch

ai vai aparecer a notificaçao na barra status ja estara tudo funcionando e a net com a velocidade melhor.

isso serve para remover o limite e aumenta a velocidade.

Vlw galerinha , me desculpem o analfabetismo ai ta kkk , boa sorte pra vocês..

Si gostarem da postagem , compartilhem ...

quinta-feira, 21 de julho de 2016

O que é um banco de Dados?

Um banco de dados é uma ferramenta para coletar e organizar informações. Os bancos de dados podem armazenar informações sobre pessoas, produtos, pedidos ou qualquer outra coisa. Muitos bancos de dados começam como uma lista em um programa de processamento de texto ou planilha. Conforme a lista cresce, começam a aparecer redundâncias e inconsistências nos dados. Os dados se tornam difíceis de entender no formato de lista, e há limitações nas maneiras de pesquisar ou puxar subconjuntos de dados para analisar. Quando esses problemas começam a aparecer, é conveniente transferir os dados para um banco de dados criado por um sistema de gerenciamento de banco de dados (DBMS, Database Management System), como o Office Access 2007.

Um banco de dados computadorizado é um contêiner de objetos. Um banco de dados pode conter mais de uma tabela. Por exemplo, um sistema de rastreamento de inventário que usa três tabelas não é três bancos de dados, mas um banco de dados que contém três tabelas. A menos que ele tenha sido criado especificamente para usar dados ou código de outra fonte, um banco de dados do Access armazena suas tabelas em um único arquivo, junto com outros objetos, como formulários, relatórios, macros e módulos. Os bancos de dados criados no formato do Access 2007 têm a extensão de arquivo .accdb, e os bancos de dados criados em formatos anteriores do Access têm a extensão de arquivo .mdb. Você pode usar o Access 2007 para criar arquivos em formatos de arquivo anteriores (por exemplo, do Access 2000 e do Access 2002-2003).

Com o Access, você pode:

Adicionar novos dados a um banco de dados, como um novo item em um inventário

Editar dados existentes no banco de dados, como alterar o local atual de um item

Excluir informações, talvez se um item for vendido ou descartado

Organizar e exibir os dados de maneiras diferentes

Compartilhar os dados com outras pessoas através de relatórios, mensagens de email, uma intranet ou a Internet

Início da página

As partes de um banco de dados do Access

As seções a seguir são descrições curtas das partes de um banco de dados típico do Access. Para saber mais sobre cada parte, siga os links na seção Consulte também deste artigo.

Tabelas

Formulários

Relatórios

Consultas

Macros

Módulos

Tabelas

Uma tabela de banco de dados é semelhante na aparência a uma planilha, pois os dados são armazenados em linhas e colunas. Como resultado, geralmente é bem fácil importar uma planilha em uma tabela de banco de dados. A principal diferença entre armazenar os dados em uma planilha e armazená-los em um banco de dados é a maneira como os dados são organizados.

Para obter maior flexibilidade de um banco de dados, os dados precisam ser organizados em tabelas de forma que não ocorram redundâncias. Por exemplo, se você armazenar informações sobre funcionários, cada funcionário deverá ser inserido apenas uma vez em uma tabela que esteja configurada apenas para manter dados de funcionários. Os dados sobre produtos serão armazenados em suas próprias tabelas, e os dados sobre as filiais serão armazenados em outra tabela. Esse processo é chamado normalização.

Cada linha em uma tabela é denominada um registro. Os registros são os locais onde os itens individuais de informações são armazenados. Cada registro consiste em um ou mais campos. Os campos correspondem às colunas da tabela. Por exemplo, você pode ter uma tabela denominada "Funcionários" em que cada registro (linha) contém informações sobre um funcionário diferente, e cada campo (coluna) contém um tipo de informação diferente, como o nome, sobrenome, endereço e assim por diante. Os campos devem ser designados com um determinado tipo de dados, seja texto, data ou hora, número ou algum outro tipo.

Outra maneira de descrever registros e campos é visualizar um catálogo de cartões de biblioteca no estilo antigo. Cada cartão do arquivo corresponde a um registro no banco de dados. Cada informação em um cartão individual (autor, título e assim por diante) corresponde a um campo no banco de dados.

Formulários

Às vezes refere-se aos formulários como "telas de entrada de dados". Eles são as interfaces usadas para trabalhar com os dados e freqüentemente contêm botões de comando que executam vários comandos. Você pode criar um banco de dados sem usar formulários, simplesmente editando seus dados nas folhas de dados da tabela. Contudo, a maioria dos usuários de bancos de dados prefere usar formulários para exibir, inserir e editar dados nas tabelas.

Os formulários fornecem um formato fácil de usar para trabalhar com os dados, e você também pode adicionar elementos funcionais, como botões de comando. Você pode programar os botões para determinar quais dados aparecem no formulário, abrir outros formulários ou relatórios, ou executar várias outras tarefas. Por exemplo, você pode ter um formulário chamado "Formulário do Cliente" no qual você trabalha com dados de clientes. O formulário do cliente pode ter um botão que abre um formulário de pedido no qual você pode inserir um novo pedido para esse cliente.

Os formulários também permitem controlar como outros usuários interagem com os dados no banco de dados. Por exemplo, você pode criar um formulário que mostra apenas determinados campos e permite que apenas determinadas operações sejam executadas. Isso ajuda a proteger dados e a garantir que os dados sejam inseridos corretamente.

Relatórios

Os relatórios são usados para resumir e apresentar os dados nas tabelas. Geralmente, um relatório responde a uma pergunta específica, como "Que valor recebemos de cada cliente este ano?" ou "Em quais cidades nossos clientes estão localizados?" Cada relatório pode ser formatado para apresentar as informações de maneira a melhor facilitar a leitura.

Um relatório pode ser executado a qualquer momento e sempre refletirá os dados atuais no banco de dados. De maneira geral, os relatórios são formatados para serem impressos, mas também podem ser exibidos na tela, exportados para outro programa ou enviados como uma mensagem de email.

Consultas

É nas consultas que reside o trabalho real de um banco de dados, e elas podem executar várias funções diferentes. Sua função mais comum é recuperar dados específicos das tabelas. Geralmente, os dados que você deseja ver estão espalhados em várias tabelas, e as consultas permitem exibir-los em uma única folha de dados. Além disso, como geralmente você não deseja ver todos os registros de uma vez, as consultas permitem adicionar critérios para "filtrar" os dados até obter somente os registros desejados. Freqüentemente as consultas servem como fonte de registros para formulários e relatórios.

Certas consultas são "atualizáveis", o que significa que você pode editar os dados nas tabelas base por meio da folha de dados da consulta. Se estiver trabalhando em uma consulta atualizável, lembre-se de que as alterações estão realmente sendo feitas nas tabelas e não apenas na folha de dados da consulta.

As consultas têm duas variedades básicas: consultas seleção e consultas ação. Uma consulta seleção simplesmente recupera os dados e os disponibiliza para uso. Você pode exibir os resultados da consulta na tela, imprimi-los ou copiá-los para a área de transferência. Ou você pode usar a saída da consulta como fonte de registros para um formulário ou relatório.

Uma consulta ação, como o nome indica, executa uma tarefa com os dados. As consultas ação podem ser usadas para criar novas tabelas, adicionar dados a tabelas existentes, atualizar ou excluir dados.

Macros

Pode-se pensar nas macros no Access como uma linguagem de programação simplificada que você pode usar para adicionar funcionalidade ao banco de dados. Por exemplo, você pode anexar uma macro a um botão de comando em um formulário para que ela seja executada sempre que o botão for clicado. As macros contêm ações que executam tarefas, como abrir um relatório, executar uma consulta ou fechar o banco de dados. A maioria das operações do banco de dados que você faz manualmente podem ser automatizadas usando macros, então elas podem ser excelentes dispositivos para economizar tempo.

Módulos

Os módulos, como as macros, são objetos que você pode usar para adicionar funcionalidade ao banco de dados. Enquanto você cria macros no Access escolhendo em uma lista de ações de macro, os módulos são escritos na linguagem de programação VBA (Visual Basic for Applications). Um módulo é uma coleção de declarações, instruções e procedimentos armazenados juntos como uma unidade. Um módulo pode ser um módulo classe ou um módulo padrão. Os módulos classe são anexados a formulários ou relatórios e geralmente contêm procedimentos que são específicos do formulário ou relatório ao qual estão anexados. Os módulos padrão contêm procedimentos gerais que não estão associados com nenhum outro objeto. Os módulos padrão estão listados sob Módulos no Painel de Navegação, mas os módulos classe não.

O que é Tecnologia?

Tecnologia é um produto da ciência e da engenharia que envolve um conjunto de instrumentos, métodos e técnicas que visam a resolução de problemas. É uma aplicação prática do conhecimento científico em diversas áreas de pesquisa.

A palavra tecnologia tem origem no grego "tekhne" que signfica "técnica, arte, ofício" juntamente com o sufixo "logia" que significa "estudo".

As tecnologias primitivas ou clássicas envolvem a descoberta do fogo, a invenção da roda, a escrita, dentre outras. As tecnologias medievais englobam invenções como a prensa móvel, tecnologias militares com a criação de armas ou as tecnologias das grandes navegações que permitiram a expansão marítima. As invenções tecnológicas da Revolução Industrial (século XVIII) provocaram profundas transformações no processo produtivo.


A partir do século XX, destacam-se as tecnologias de informação e comunicação através da evolução das telecomunicações, utilização dos computadores, desenvolvimento da internet e ainda, as tecnologias avançadas, que englobam a utilização de Energia Nuclear, Nanotecnologia, Biotecnologia, etc. Atualmente, a alta tecnologia, ou seja, a tecnologia mais avançada é conhecida como tecnologia de ponta.

As novas tecnologias são fruto do desenvolvimento tecnológico alcançado pelo ser humano e têm um papel fundamental no âmbito da inovação.

Os avanços da tecnologia provocam grande impacto na sociedade. Pelo lado positivo, a tecnologia resulta em inovações que proporcionam melhor nível de vida ao Homem. Como fatores negativos, surgem questões sociais preocupantes como o desemprego, devido a substituição do Homem pela máquina ou a poluição ambiental que exige um contínuo e rigoroso controle.

O que é Informática?

Informática é um termo usado para descrever o conjunto das ciências relacionadas ao armazenamento, transmissão e processamento de informações em meios digitais, estando incluídas neste grupo: a ciência da computação, a teoria da informação, o processo de cálculo, a análise numérica e os métodos teóricos da representação dos conhecimentos e da modelagem dos problemas. Mas também a informática pode ser entendida como ciência que estuda o conjunto de informações e conhecimentos por meios digitais.

O termo informática, sendo dicionarizado com o mesmo significado amplo nos dois lados do Atlântico, assume em Portugal o sentido sinônimo da ciência da computação, enquanto que no Brasil é habitualmente usado para rever especificamente o processo de tratamento da informação por meio de máquinas eletrônicas definidas como computadores.

O estudo da informação começou na matemática quando nomes como Alan Turing, Kurt Gödel e Alonzo Church, começaram a estudar que tipos de problemas poderiam ser resolvidos, ou computados, por elementos humanos que seguissem uma série de instruções simples, independente do tempo requerido para isso. A motivação por trás destas pesquisas era o avanço durante a revolução industrial e da promessa que máquinas poderiam futuramente conseguir resolver os mesmos problemas de forma mais rápida e mais eficaz. Do mesmo jeito que as indústrias manuseiam matéria-prima para transformá-la em um produto final, os algoritmos foram desenhados para que um dia uma máquina pudesse tratar informações.

O que é Criptografia?

Criptografia (em grego: kryptós, "escondido", e gráphein, "escrita") é o estudo dos princípios e técnicas pelas quais a informação pode ser transformada da sua forma original para outra ilegível, de forma que possa ser conhecida apenas por seu destinatário (detentor da "chave secreta"), o que a torna difícil de ser lida por alguém não autorizado. Assim sendo, só o receptor da mensagem pode ler a informação com facilidade. É um ramo da Matemática, parte da Criptologia.[1] [2] Há dois tipos de chaves criptográficas: chaves simétricas (criptografia de chave única) e chaves assimétricas (criptografia de chave pública).[3]

Uma informação não-cifrada que é enviada de uma pessoa (ou organização) para outra é chamada de "texto claro" (plaintext). Cifragem é o processo de conversão de um texto claro para um código cifrado e decifragem é o processo contrário, de recuperar o texto original a partir de um texto cifrado. De fato, o estudo da criptografia cobre bem mais do que apenas cifragem e decifragem. É um ramo especializado da teoria da informação com muitas contribuições de outros campos da matemática e do conhecimento, incluindo autores como Maquiavel, Sun Tzu e Karl von Clausewitz. A criptografia moderna é basicamente formada pelo estudo dos algoritmos criptográficos que podem ser implementados em computadores.

O que é Android

Android é um sistema operacional (SO) baseado no núcleo Linux e atualmente desenvolvido pela empresa de tecnologia Google. Com uma interface de usuário baseada na manipulação direta, o Android é projetado principalmente para dispositivos móveis com tela sensível ao toque como smartphones e tablets; com interface específica para TV (Android TV), carro (Android Auto) e relógio de pulso (Android Wear). O sistema operacional utiliza-se da tela sensível ao toque para que o usuário possa manipular objetos virtuais e também de um teclado virtual. Apesar de ser principalmente utilizado em dispositivos com tela sensível ao toque, também é utilizado em consoles de videogames, câmeras digitais, computadores e outros dispositivos eletrônicos.

O Android é o sistema operacional móvel mais utilizado do mundo, e, em 2013, possuía a maior porcentagem das vendas mundiais de SO móveis.[8] Dispositivos com o sistema Android vendem mais que eletrônicos com Windows, iOS e Mac OS X combinados,[9] [10] [11] [12] com vendas em 2012, 2013 e 2014[13] perto da base de computadores do mundo.[14] Em julho de 2013, a loja de aplicativos Google Play possuía mais de 1 milhão de aplicativos disponíveis, baixados mais de 50 bilhões de vezes.[15] Uma pesquisa com programadores entre abril e maio de 2013 revelou que 71% dos programadores para sistemas móveis desenvolviam para o Android.[16] Na conferência anual Google I/O de 2014, a companhia revelou que existem mais de 1 bilhão de usuários Android ativos. Em junho de 2013, este número era de 538 milhões.[17] O maior número de usuários no mundo também reflete no número de ataques de hackers no sistema, com cerca de 5.000 novos malwares sendo criados todos os dias para usuários Android.[18]

O código do sistema operacional é disponibilizado pelo Google sob licença de código aberto, apesar de a maior parte dos dispositivos ser lançada com uma combinação de software livre e software privado.[19] Inicialmente foi desenvolvido pela empresa Android, Inc., a qual o Google dava suporte financeiramente. Foi comprada pela mesma em 2005[20] e revelado em 2007 junto com a fundação da Open Handset Alliance — consórcio entre empresas de hardware, software e telecomunicações com o intuito de desenvolver a indústria de dispositivos móveis.[21]

O Android é muito popular entre empresas de tecnologia que buscam um software pronto, de baixo custo e personalizável para dispositivos de alta tecnologia.[22] A natureza do software de código aberto do sistema operacional tem encorajado uma grande comunidade de programadores e entusiastas a colocar uma fundação para o desenvolvimento de projetos feitos pela própria comunidade que adicionam recursos para usuários mais avançados,[23] ou trazem o Android para dispositivos que inicialmente não foram lançados com a plataforma. O sucesso do SO fez dele um alvo para disputas de patente na chamada "guerra de smartphones" entre empresas de tecnologia.[24] [25]